Pequenas crenças, como a onda ser do mar. Sopros entre o furor dos trovões e das tempestades. Retas setas tortas: caminhos do não-lugar. Com outra pequena crença, se quer chegar: é a distância entre ela e eu que deixa a estrela tão pequena e os óvnis tão desaparecidos. Ocultos pelas claridades. Ser tão, tanto. Ser tão antes de tudo. Só serem tão calos, os meus dedos. Bem ou mal, no nada é que dói ser então eu a minha alma. 

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